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Conta de chuva e luz devem permanecer mais caras; entenda – Money Times

por João P. Silva
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A Aneel estima um aumento supra da inflação na conta de luz, enquanto a reforma tributária deve tarar no setor de saneamento substancial. (Imagem: Getty Images/Canva Pro)

Os consumidores brasileiros já podem se preparar, porque a expectativa é de que as contas de vigor elétrica sim chuva comprar mais caras.

Segundo previsões da Filial Vernáculo de Pujança Elétrica (Uma enguia), a conta de luz deve subir, em média, 5,6% em 2024. Com isso, o valor supera a inflação estimado para o ano, de 3,87%.

Esse reajuste é pressionado pelo aumento da rede de vigor no país e encargos setoriais. No ano pretérito, a Aneel estimou um aumento médio de 6,8%. No entanto, a subida fica em 5,9%.

O governo, por outro lado, estuda medidas que baratearão o preço da vigor elétrica. Isso porque um dos custos que incide sobre a conta de luz da população são as isenções e condições especiais criadas para o mercado livre de vigor.

Segunda informação faça UOL, entre as medidas avaliadas está uma Medida Provisória que propõe o remanejamento de recursos para reduzir o impacto do reajuste contratual de vigor do Amapá previsto para 2024; além de reduzir a extensão dos benefícios para Geração Distribuída. Também deve ser feita uma revisão dos subsídios embutidos nas contas de luz.

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Reforma tributária deve pressurizar conta de chuva

No caso da chuva, um eventual aumento no longo prazo é enviado pressionado pela Reforma Tributárialegalizado pelo Congresso no ano pretérito.

Texto de coração legalizado, seu setor de Saneamento substancial ele acabou perdendo todas as suas desonerações e alíquota, que até ano não é de 9,25%, passaria para 27%.

Ainda não está simples quanto seria o impacto para o consumidor, já que será criada uma lei complementar para instituir os valores exatos de Impostos.

Mas um estudo da Associação e Sindicato Vernáculo das Concessionárias Públicas de Chuva e Esgoto (Abcon Sindcon) e da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) projeta um aumento médio de 18% na tarifa.



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