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EUA, Egito, Israel e Espiolhar correm por possibilidade de trégua em Gaza

por João P. Silva
EUA, Egito, Israel e Catar correm por possibilidade de trégua em Gaza

Subiu para 26.422 o número de mortos em Gaza desde o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023 e a subsequente consequência do país judeu.

Nas últimas 24 horas foram registadas 165 vítimas, o que elevou o número de feridos para 65.087, segundo o Ministério da Saúde palestiniano.

Segundo fontes do jornalense israelense Haaretz, o superintendente do Instituto de Perceptibilidade e Operações Especiais de Israel (Mossad), David Barnea, chegou a Paris para se reunir com as delegações da UE, Espiolhar e Egito sobre um provável concordância para a libertação de os reféns em Gaza.

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Ele deveria se reunir com o diretor da CIA, Bill Burns, com o primeiro-ministro do Espiolhar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, e com o superintendente da lucidez egípcia, Abbas Kamel.

A teoria é buscar uma trugua de dois meses na guerra, em troca da libertação de mais de 100 reféns.

Fontes israelenses, no entanto, citaram porquê tropeço uma exigência do Hamas para que Israel encerre definitivamente o conflito e saia da Fita de Gaza.

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Segundo uma reportagem do Jornal de Wall Streetcitando autoridades israelenses e americanas, tapume de 80% do sistema de túneis do Hamas em Gaza ainda permanece inviolado, em seguida 114 dias de combates.

As autoridades israelitas afirmaram que o líder do Hamas, Yahya Sinwar, e outros comandantes do grupo terrorista estão escondidos em estruturas subterrâneas, muito porquê reféns.

Neste domingo (28), o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Antonio Guterres, falou sobre a deposição de funcionários da Filial das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (Unrwa, em inglês), acusados ​​de envolvimento em ataques do Hamas.

“Qualquer funcionário da UNU envolvido em atos de terrorismo será considerado responsável, inclusive por meio de ação penal”, declarou Guterres, comprometendo-se a colaborar com as autoridades competentes.

Ele confirmou que 12 funcionários da UNRWA em Gaza estão envolvidos em “acusações extremamente graves”, que estão a ser investigadas internacionalmente.

A Unrwa demitiu nove deles, confirmou a morte de um e está investigando as identidades de outros dois.

O presidente da Poder Pátrio Palestina, Mahmoud Abbas, condenou a “campanha injusta” liderada por Israel contra as Nações Unidas e os dois países que suspenderam a ajuda humanitária da instituição — porquê Itália, Canadá, UE, Austrália, França e outros — revejam suas posições, aguardando o termo das investigações.



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