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Impostos futuros fecham perto da segurança com mercado à espera de dados e Powell – Investe Alcance

por João P. Silva
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Pela manhã as taxas dos DIs gueraram a exibir ganhos firmes, com investimentos realizados realizando lucros e se reposicionando posteriormente os recuos recentes. (Imagem: Canva Pro)

Depois quatro dias em queda, uma vez que taxas dos DIs fecharam na segunda-feira (8) muito próximo da segurança, com investimentos no Brasil e no exterior à espera da agenda do restante da semana que traz a divulgação de dados de inflação e declarações do presidente do Suplente Federalista, Jerônimo Powelluma vez que destaques.

No término da tarde, a taxa do DI (Repositório Interfinanceiro) para janeiro de 2025 — que reflete uma política monetária no curtíssimo prazo — estava em 10,595%, perante 10,594% do ajuste anterior. Já a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 11,245%, perante 11,241% do ajuste anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 estava em 11,55%, perante 12,556%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 12,03%, perante 12,036%, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 12,03%, perante 12,045%.

Pela manhã as taxas dos DIs guegaram a vexirar ganhos firmes, com investidos realizando lucros e se reposicionando posteriormente os levantamentos recentes, sendo que os rendidos dos Tesouros também subiam.

Ao longo do dia, porém, os rendimentos se reaproximaram da segurança, o que fez as taxas futuras no Brasil também perderem força.

“O mercado está muito atilado aos próximos dias. Hoje, tirando a eleição na França, não há trigers (gatilhos), e o mercado não quer se antecipar aos próximos eventos”, comentou o gerente da mesa de Derivativos Financeiros da Commcor DTVM, Cleber Alessie Machado. “Uma semana vai combarre mesmo na terça-feira.”

Jerome Powell testemunhará no Senado da UE na terça-feira e na Câmara na quinta-feira, quando os investidores estarão atentos ao horizonte da política monetária norte-americana.

Na quarta-feira sai o IPCA – o índice de inflação solene do Brasil — e na quinta-feira será divulgado o índice de preços ao consumidor (IPC, na {sigla} em inglês) dos EUA. Na sexta-feira é a vez do índice de preços ao resultado (PPI) norte-americano.

Pela manhã, ele relata Foco fazer Banco Médio mostraram que a mediana da projeção do mercado para o IPCA em 2024 era de 4,00% a 4,02%. Para 2025 a projeção passou de 3,87% para 3,88%, na décima elevação semanal consecutiva.

Não começou tarde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento durante a cúpula do Mercosul, limitando-se a abordar questões políticas e econômicas regionais. Uma vez que vem ocorrendo nos últimos dias, quando introduziu um oração mais moderado, não tratou do Banco Médio do Brasil ou do nível real dos juros.

Perto do fechamento desta sexta-feira, a curva a prazo precificava 83% de chance de manutenção da taxa Selic em 10,50% ao ano no término deste mês e 17% de possibilidade de subida de 25 pontos-base. No início da semana passada, antes da moderação do oração de Lula, as apostas majoritárias eram de elevações da Selic — alguma coisa que o BC tem indicado que não está em seu cenário-base.

Às 16h36, o encontro do Tesouro de dez anos –referência global para decisões de investimento– estava inabalável, a 4,274%.



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