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O rolo-compressor de Lula para emplacar ex-ministro na fardo de R$ 60 milhões – Money Times

por João P. Silva
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Teoria fixa: Lula não desiste de colocar Mantega no comando da Vale (VALE3) (Imagem: Ag. Brasil/Roosewelt Pinho)

Presumo que você esteja comando sim Vale (VALE3) virou preocupação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos dias, segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Orbe. Uma pressão para ver Guido Mantegaseu ex-ministro da Herdade, na cadeira de CEO da companhia ficou explícito ontem (24) e continua hoje.

De consonância com O Orbeo juízo gestor da Vale deve se reunir na próxima semana para definir o horizonte do seu atual presidente, Eduardo Bartolomeuque comanda a mineradora desde 2019 e dos quais procuração vence em maio.

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Esperor da torcida da maiorio dos investidos, que preferem ver Bartolomeo reconduzigo ao missão, o jornal afirma que a deção está em acessível: os conselheiros podem tanto reelegê-lo para mais um procuração, porquê deliberar pela sua atitude.

Às vezes, Lula cobiça o comando da empresa, privatizada nos anos anos por Fernando Henrique Cardoso e que, desde portanto, se tornou uma das maiores produtoras de mério de ferro do mundo e um dos principais papéis do Ibovespa, o índice de referência da Bolsa brasiliano.

Agora, quando se abriu a janela de oportunidade para a reunião do juízo, Lula colocou uma tropa em marcha para invadir a Vale. Veja, a seguir, as ações concretas do presidente e de seus ministros para colocar Mantega na presidência da empresa.

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Mantega na Vale (VALE3): Alexandre Silveira liga para acionistas

O Orbe informa que o Ministro de Minas e Força, Alexandre Silveiradedicou-se, ontem (24), a telefone para os maiores acionistas da companhia com um recado simples do gerente: “Lula não abre mão de ver Mantega na presidência da empresa”, escreve Lauro Jardim.

Ainda segundo o colunista, o ministro foi direto ao libra: o presidente não quer que Mantega ocupe uma das 13 vagas do juízo de gestão, “mas, sim, o principal executivo de fardo, cujos salários anuais, aliás, é de tapume de R$ 60 milhões.”

Lula critica Vale pelos 5 anos de Brumadinho (MG)

O presidente entrou de vez no jogo. Em uma postagem no X (ex-Twitter), Lula criticou a mineradora pela tragédia de Brumadinho (MG), que completa cinco anos nesta quinta-feira (25). Tratando o rompimento da barragem porquê “violação”, o presidente emendou: 5 anos e o Vale zero fez para reparar a ruína causada.”

Gleisi Hoffmann defendeu Mantega na Vale

Também hoje, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, usou o X para proteger publicamente a eleição do ex-ministro da Herdade para comandar uma empresa. “Pouquíssimos brasileiros são tão complicados quanto Guido Mantega para imaginar o Juízo da Vale, uma empresa estratégica para o país e na qual o governo tem participação e responsabilidades, mesmo depois de sua privatização danosa ao patrimônio público.”

A correligionária de Lula acrescentou que Mantega “é atualizado para esta ou qualquer outra missão importante, que exija capacidade e compromisso com o país”.

Vale de 2024 está mais impenetrável contra pressão política

Apesar dos bombardeios de Lula e seus companheiros, Vale está muito mais impenetrável contra ingerências políticas, do que durante os dois primeiros mandatos do petista. Desde portanto, diversas medidas foram inovadoras para evitar que a mineradora se transformasse num cabide de empregos de apadrinhados políticos de A ou B.

Os escudos de proteção abrem desde um processo independente de seleção dos candidatos a cargos executivos, porquê o CEO e seus diretores, liderado por uma consultoria internacional de headhunters, até a seleção de uma lista tríplice para o juízo, com os finalistas do processo.

Mas o principal trunfo dos acionistas para evitar que Lula se reestatize informalmente na mineradora é uma diluição de capital. Há alguns anos, a Vale se tornou uma sociedade anônima, nos moldes americanos, isto é, uma empresa com capital pulverizado na Bolsa.

Em 30 de setembro do ano pretérito (dados mais recentes), somente três empresas detêm mais de 5% do capital da empresa: a Previ (8,71%), a Mitsui&Co. (6,31%), da BlackRock (6%), totalizando 21% do capital. Das ações restantes, 74% estavam pulverizadas em bolsa e 5% estavam em tesouraria.

Ao diluir o poder de decisão, essa estrutura societária atenua a pressão de Lula. É verdade que o governo federalista detém 12 golden actions (ações de classe próprio), que lhe conferem poder de veto em matérias estratégicas, mas nenhuma das situações envolve a permissão de nomear ou barrar qualquer para encaminhar os negócios.





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