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Os 4 ‘vilões’ da inflação de junho; veja o que esperar da leitura desta quarta (26) – Investe Alcance

por João P. Silva
ipca-15 inflação

Arroz, batata, carnes e leite deverão ser os “vilões” do IPCA-15, a previsão da inflação, de junho (Imagem: Getty Images)

O mercado espera que o Índice Pátrio de Preços ao Consumidor Grande 15 (IPCA-15) acelera moderadamente em junho — com projeção de subida de 0,45%, frente 0,44% no mês pretérito. Antemão da inflação será divulgado às 09h desta quarta-feira (26).

A estrategista da Warren Investimentos, Andréa Angelo, afirma que os comida devem tarar na leitura deste mês. O grupo deve apresentar variação de preços de 1%, supra da subida de 0,22% do IPCA-15 de maio.

Angelo enlenca quatro “vilões”: arroz, batata, carnes e leite. “O grupo das carnes, puxado pelas bovinas, deve apresentar a primeira variação positiva desde janeiro deste ano. Já o leite, esperamos que apresente inflação de 3%, refletindo o movimento de aumento acentuado que vimos no atacado”, explicou.

Por outro lado, o termo do reajuste dos medicamentos de 4,5%, autorizado pela Sucursal Pátrio de Vigilância Sanitária (Anvisa) para vigorar em maio, deve pacificar a pressão, segundo o estrategista.

No mesmo sentido, o grupo transporte, principalmente os itens Gasolina sim passagem aérea também devem amenizar nascente mês. “Esperamos que a passagem aérea mostre subida de 2% depois aumento de 6%, e a gasolina de 0,30% vindo de 1,9% no mês anterior”, diz.

A projeção de Warren para o IPCA-15 de junho vai contramão do mercado e aponta para uma desaceleração de 0,42% e variação de 4,09% em 12 meses. Para 2024 e 2025, a morada espera uma inflação de 4%, mas o risco é sobranceiro.

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Núcleo da Inflação

Em relação à formação qualitativa da inflação, o estrategista de Warren diz que a mídia dos principais núcleos deve mostrar “pouca novidade do que foi visto no IPCA-15 de maio”.

O grupo de serviços básicos pode apresentar variação de 0,39%. “Vemos risco altista nessa categoria, principalmente por aluguel”, avaliação.

Já o grupo intenso em trabalho deve aligeirar para 0,41%. O movimento deve persistir a cada divulgação até o fechamento do ano, indo se fechar em 5,7%, diz Angelo.



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