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os alvos e o que investiga a Polícia Federalista

por João P. Silva
os alvos e o que investiga a Polícia Federal

Um concordância de colaboração premiado serviu de base para a operação da Polícia Federalista e do Ministério Público Federalista que investigam um suposto vestígio de fraudes nas Americanas (AMER3). A ação, batizada de Divulgação, foi iniciada nesta quinta-feira (27), mirando ex-diretores da empresa.

De concordância com o MPF, os dirigentes atuais das Americanas procuraram uma procuradoria para colaborar com as investigações, que já estavam sendo tocadas pela Polícia Federalista. As supostas fraudes resultaram em um prejuízo de R$ 25,3 bilhões no patrimônio da empresa, conforme indumento relevante divulgado pela companhia no ano pretérito.

Miguel Gutiérrez

Foram expedidos dois mandados de prisão preventiva contra ex-diretores das Americanas, que, no entanto, não puderam ser presos por estarem fora do país. De concordância com o colunista Lauro Jardim, do jornal “O Mundo”, um dos alvos é o ex-diretor-executivo Miguel Gutierrez. Ele mora em Madrid desde o ano pretérito — quando o caso veio à tona.

Eles também são cumpridos pela PF 15 mandados de procura e mortificação em casas de ex-executivos, no Rio de Janeiro. A Justiça Federalista também determinou o sequestro de bens e valores dos ex-diretores que somam mais de meio bilhão de reais.

Delação premiada

Segundo o MPF, a atual direção das Americanas passou a colaborar com o pesquisador dando, inclusive, informações sobre o funcionamento das fraudes para ludibriar o mercado de capitais. A operação conta com o escora técnico da Percentagem de Valores Mobiliários.

O interrogatório apontou que “os ex-diretores praticaram fraudes contábeis relacionadas a operações de risco sacado. Que consistentemente numa operação na qual um varejista consegue antecipar o pagamento a fornecedores por meio de empréstimo junto aos bancos”, segundo informou a PF.

Manipulação de mercado

A Polícia Federalista disse ainda que foram identificadas fraudes envolvendo contratos de termo de propaganda cooperativa (VPC), isto é, incentivos comerciais que geralmente são utilizados no setor. No entanto, no caso das Americanas foram contabilizadas VPCs que nunca existiram, conforme apontam as investigações.

São investigados acusados ​​de crimes de manipulação de mercado, uso de informações privilegiadas, associação criminosa e lavagem de numerário. Se forem condenados, o suspeito será réprobo a 26 anos de prisão.

Executivos alvos da PF

Na lista de ex-diretores de Lojas Americanas e B2W Do dedo, que opera as operações online do grupo, estão executivos de cocuruto nível da empresa e demais subordinados, incluindo a espaço de relacionamento com investidores e o departamento de vendas.

Entre os executivos níveo de mandatos nesta quinta, em suas residências, estão que eram do núcleo mediano da empresa, uma vez que Miguel Gutierrez (ex-diretor executivo), Anna Saicali, Marcio Cruz Meirelles, José Timotheo Barros e Fabio Abrate. Ainda ex-diretores que estavam diretamente ligados ao cocuruto escalão, uma vez que Carlos Padilha, ex-financeiro das Lojas Americanas, e João Guerra Duarte Neto, que foi diretor de tecnologia e esteve na empresa por 31 anos.

Também fazem segmento da lista Luiz Augusto Henriques, ex-diretor executivo da Lojas Americanas, Anna Christina Sotero, ex-diretora mercantil da B2W, e Raoni Lapagesse, ex-relações com investidores da B2W.

Outros diretores foco da operação são: Jean Pierre Ferreira, Fabien Picavet, Murilo dos Santos Correa e Maria Christina Do Promanação.

Informações com fazer Valor Econômico



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