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Verdejante diz que situação fiscal do Brasil é frágil e aposta no “combo inflação + dólar”

por João P. Silva
Verde diz que situação fiscal do Brasil é frágil e aposta no “combo inflação + dólar”

A combinação de uma posição fiscal frágil com estrondo político foi explosiva para o mercado de capitais brasílico em junho, na estudo da Verdejante Asset Management, gestor do renomado Luis Stuhlberger. Os gestores avaliaram que o mês foi marcado por uma participação mais aguda dos ativos brasileiros.

“A maioria das variáveis ​​macroeconômicas atuais está em uma trajetória decente, não há vulnerabilidades externas relevantes, mas a combinação de uma posição fiscal frágil com turbulência política tornou-se explosiva no último mês, com o Real se desvalorizando 6,6% e as taxas de juros de médio prazo subindo violentamente”, destacou o gestor em epístola divulgada nesta segunda-feira (8).

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Na avaliação de Verdejante, a situação fiscal é bastante frágil, mas “os números tendem a melhorar daqui para frente”, devido ao grande volume de adiantamentos, muito uma vez que de pagamentos de precatórios, entre outras coisas.

O que não minimiza a preocupação dos gestores. Para eles, embora o governo não tenha reconhecido que o desenvolvimento das despesas foi “descontrolado nestes primeiros 18 meses de procuração”, a situação continuou a ser “volátil e difícil”.

Entretanto, a Verdejante indica qualquer otimismo ao declarar que houve sinais de que a percepção do governo muda nos últimos dias, em seguida anunciados de cortes de despesas. Mas alerta: “o mercado precisará ver resultados concretos nos números, e não compre unicamente promessas”.

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Diante desse cenário, o fundo verdejante mente sua aposta em subida do dólar contra o real, assim uma vez que manter seus 7,5% na Bolsa brasileira. Os investidores também estão comprados em ativos que se beneficiam do aumento da inflação implícita no Brasilque é a diferença entre as taxas de juros nominais e reais (que considera a inflação, usada uma vez que principal indicador do nível porvir de preços).

Já ao olhar para o exterior, a gestora destacou que o mês de junho foi benigno, com bolsas em subida e taxas de juros em ligeiro disposição. Os gestores argumentam que os dados económicos estão acomodados e esperam um galanteio de juros pelo Federalista Reserve (banco médio dos EUA) em setembro.

O cenário político na terreno de Tio Sam também entrou no radar: “nos próximos meses a eleição americana deve se tornar fator dominante na precificação dos ativos e seguimos buscando posicionar o portfólio para se beneficiar disso”, diz a epístola.

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As escolhas nos EUA têm sido por jurado real (taxa nominal “solene” com desconto da inflação), Bolsa de valores global sim crédito privado basta rendimento.

Em junho, o Fundo Verdejante apresentou rentabilidade de 1,66%, contra 0,79% do CDI. Aliás, é de 2,40%, perante 5,22% do imposto de referência da classe.



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